Falha da Camisinha

preservativo

“Os homens retos poderão convencer-se ainda mais da fundamentação da doutrina da Igreja neste campo, se quiserem refletir nas conseqüências dos métodos da regulação artificial da natalidade. Considerem, antes de mais, o caminho amplo e fácil que tais métodos abririam à infidelidade conjugal e à degradação da moralidade. Não é preciso ter muita experiência para conhecer a fraqueza humana e para compreender que os homens – os jovens especialmente, tão vulneráveis neste ponto – precisam de estímulo para serem féis à lei moral e não se lhes deve proporcionar qualquer meio fácil para eles eludirem a sua observância. É ainda de recear que o homem, habituando-se ao uso das práticas anticoncepcionais, acabe por perder o respeito pela mulher e, sem se preocupar mais com o equilíbrio físico e psicológico dela, chegue a considerá-la como simples instrumento de prazer egoísta e não mais como a sua companheira, respeitada e amada.”
(CARTA ENCÍCLICA HUMANAE VITAE)

A “Camisa-de-Vênus” é falha, tanto no que diz respeito à gravidez, quanto ao vírus da AIDS, conforme indicam vários estudos científicos, sérios!

Abaixo, os percentuais de falha e fonte…

1) PERCENTAGEM DE FALHA DA CAMISINHA PARA EVITAR A GRAVIDEZ (Percentagem de falha e fonte).

a) 9.8-18.5%: Harlap et al. Preventig Pregnancy, Protecting Health Alan Guttmacher Institute, 1991, p.35.

b) 14-16%: Jones
Forrest. Contraceptive Failure in the United States Family Planning Perspectives 21(3): 103-109. 1989.

c) 12%: U.S. Dept. HHS. Your Contraceptive Choices For Now, For later, Family Life Information Exchange, Bethesda, MD.

d) 18.4%: Mulher menor de 18 no primeiro ano de uso do preservativo. Grady et al. Contraceptive Failure in the U.S. Family Plannig Perspectives 18(5): 204-207. 1986.

e) 10-20%: McCoy
Wibblesman. The New Teenage Body Book. The Body Press, Los Angeles, 1987, p.210.

f) 10%: Seligman
Gesnell. A Warning to Women on AIDS Newsweek, 31 de agosto, 1987, p.12.

g) 3-15%: Kolata. Birth Control New York Times Health, 12 de janeiro, 1989.

Se se considera que a mulher é fértil de 6 a 10 dias por ciclo, a percentagem de falha é de 21-36%.

2) ÍNDICE DE FALHA DO PRESERVATIVO EM HOMOSEXUAIS

a) 26%: 11% se rompe, 15% se solta. Wegersna
Oud. Safety and Acceptability of Condoms for Use by Homosexual Man as a Prophylactic Against Transmission of HIV During Anogenital Sexual Intercourse. British Medical Journal. 11 de julio, 1987, p.94.

b) 30%: Pollner. Experts Hedge on Condom Value Medical World News, 28 de agosto, 1988, p.60.

3) PERCENTAGEM DE FALHA DO PRESERVATIVO EM USUÁRIOS HABITUAIS:

a) 10%: 1/10 esposas de portadores de HIV que reportam o uso habitual do preservativo ficaram infectadas. Fischl. Evaluation of Heterosexual Partners, Children and Household Contacts of Adults with AIDS Journal of the American Medical Association 257: 640-644, 1987.

b) 17%: Goerdent. What Is Safe Sex? New England Journal of Medicine.316 (21): 1339-1342, 1987.

4) IMPACTO DA ESTRATÉGIA NOS ADOLESCENTES, SEGUNDO OLSEN WEED, INSTITUTO DE PESQUISA E AVALIAÇÃO, SALT LAKE CITY.

a) Aumento de 50-120 gravidezes/1000 atendidas em programas de Educacion anticonceptiva aumenta a freqüência de sexo em adolescentes.

b) Em 14 anos: aumento de 1.5%. Em nenhuma clínica se obtiveram menores índices de gravidez.

5) PERCENTAGEM DE MULHERES MENORES DE 18 ANOS QUE FICARAM GRÁVIDAS DURANTE O PRIMEIRO ANO DE USO DE ANTICONCEPTIVOS, SEGUNDO O MÉTODO:

a) Pílula 11,0%; DIU 10,5%; Preservativo 18,4%; Espermicidas 34,0%; Diafragma 31,6% (Grady. Contraceptive Failure in the U.S. Family Planning Perspectives 28(5): 207, 1986). – Os adolescentes são os piores usuários do preservativo: 83% dos adolescentes entre los 14 e 15 anos informam que sua primeira experiência sexual foi inesperada.

b) Usuários ocasionais: 21% porque foi inesperado, 39% não tiveram tempo, ou não quiseram usar. (Harris. Conduzido por IPPF, 1986).

Se a camisinha falha para prevenir a AIDS em 10% e se expõem ao perigo 100.000 adolescentes temos 10.000 infectados. Se a propaganda para o uso do preservativo aumenta o índice de atividade sexual em 15%, se exporão ao perigo 115.000 adolescentes: 11.500 infectados.

6) A DISTRIBUIÇÃO DE PRESERVATIVOS GERA UM FALSO SENTIDO DE SEGURANÇA:

a) Jovens que crêem que são eficazes: 43% tiveram atividade genital.

b) Os que não crêem que sejam muito eficazes: 30% tiveram. (American Teens Speak. 1986).

7) A CAMPANHA PRÓ-CAMISINHA AUMENTA A PRESSÃO SOCIAL SOBRE OS JOVENS PARA TER SEXO E AS POSSIBILIDADES DE CONTÁGIO. ASSIM AFIRMA UMA PESQUISA FEITA A JOVENS:

a) 61% dizem que a pressão social é a razão pela qual os meninos não esperam para ter relações sexuais.

b) 80% dos adolescentes sexualmente ativos afirmam que foram iniciados muito cedo.

c) 84% das meninas de 16 anos para baixo querem que em suas escolas lhes ensinem a dizer não à relação sexual sem ferir os sentimentos da outra pessoa. (The Parents’ Coalition for Responsible Sex Education, Março de 1991).

Conclusão: A informação sobre anticonceptivos e a propaganda de camisinhas é ineficaz para reduzir a gravidez na adolescência e o contágio da AIDS.

Fonte: http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=ESCOLA&id=esc1029

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