SÃO FRANCISCO DE ASSIS, RELIGIOSO, FUNDADOR – 04/10

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No início do décimo-terceiro século, havia na cidade de Assis, um homem oriundo de estirpe nobre, mas que se fizera mercador e dispunha de avultada fortuna. Tinha um filho, que se chamava João. Como o seu comércio obrigava a constantes contatos com os franceses, fez questão que o filho aprendesse francês.

João chegou a falar tão bem essa língua, que recebeu a alcunha de François (Francisco), sob a qual é conhecido.

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Unicamente preocupados como os negócios, os pais do jovem Francisco haviam negligenciado a sua educação. Este, a princípio, mostrava-se muito inclinado aos vãos divertimentos mundanos e a adquirir riquezas. Entretanto, obrigara-se a dar esmola a todo e qualquer pobre que a pedisse pelo amor de Deus.

Certa vez em que, muito ocupado, se recusara a atender um mendigo, arrependeu-se, e correu atrás dele para entregar-lhe o óbulo solicitado. Outra vez, recuperando-se de grave moléstia, mandou fazer roupas luxuosas e montou a cavalo, disposto a divertir-se um pouco. De súbito, porém, no meio de uma planície, apeia-se, despoja-se das vestes, troca-as pelos andrajos de um mendigo, cuja miséria lhe comovera o coração. Essa fidelidade às primeiras graças é recompensada por Deus com graças ainda maiores. Certo dia, ao dar com um leproso que se aproximava, o primeiro impulso de Francisco foi recuar, horrorizado, Recuperando-se, porém, beija o leproso e dá-lhe esmola, Era assim que aquele filho de mercador fazia seu aprendizado na virtude.

Finalmente decidido a chegar à perfeição, Francisco só achava prazer na solidão e pedia a Deus, incessantemente, que lhe desse a conhecer a vontade. Muitas vezes visitava os hospitais, onde carinhosamente se punha a serviço dos enfermos; chegava a beijar-lhes as úlceras, sem dar atenção às fraquezas e repulsas da natureza. Quando não dispunha de dinheiro para distribuir entre os pobres, dava-lhes suas próprias roupas. Irritado com as suas prodigalidades, o pai fê-lo comparecer perante o bispo de Assis para que renunciasse aos seus bens. Francisco devolveu-lhe até mesmo as roupas que usava, e cobriu-se com um surrado capote de camponês, que alguns dias mais tarde, substituiu por um manto de eremita.

Dois anos depois, durante uma missa a que assistia, ficou extremamente impressionado com as palavras do Evangelho: “Não queirais possuir ouro nem prata, nem tragais dinheiro em vossas cinturas, nem alforge para o caminho, nem duas túnicas, nem calçado, nem bordão”. Obedeceu-lhe literalmente e aplicou-as a si mesmo; e, depois de jogar fora seu dinheiro, de tirar os sapatos e abandonar o cajado e o cinto de couro, vestiu um pobre hábito, que amarrou com uma corda. Era o traje habitual dos pastores e dos pobres camponeses daquele cantão da Itália.

Foram esses os primórdios de São Francisco; como seriam os dias que viriam depois? Possa eu terminar por onde ele começou! Meu Deus, quando medito na vida de vossos santos, cada vez mais me convenço de que nada valho e de que nada faço. E assim mesmo chego a imaginar muitas vezes que sou qualquer coisa, que faço qualquer coisa! Meu Deus, tende piedade da minha miséria e do meu orgulho. Concedei-me a graça de fazer com que me despreza e me aborreça, mas sem impaciência, e sem desconfiar da vossa misericórdia.

São Francisco tronou-se o patriarca de uma ordem religiosa que se espalhou pela terra inteira. Deu ao seus monges o nome de “Irmãos Menores”, ou “Irmãozinhos”, para distingui-los dos religiosos de São Domingos, denominados “Irmãos Pecadores”.

No decorrer do tempo, receberam também as alcunhas de “franciscanos”, e de “Cordeleiros”, porque cingiam a cintura com uma corda. Dividiram-se em várias famílias, das quais a dos Capuchinhos é a que mais estritamente observa a pobreza. Francisco dizia que o espírito da pobreza era o fundamento da sua ordem. Seus religiosos nada possuíam que lhes pertencesse exclusivamente. Também não permitia que recebessem dinheiro, apenas as coisas necessárias à subsistência diária. Chamava a pobreza sua dama, sua rainha, sua mãe, sua esposa, reclamava-a insistentemente de Deus, como seu quinhão, seu privilégio: “Ó Jesus, vós que vos comprouvestes em viver na extrema pobreza, fazei-me a graça de conceder-me o privilégio da pobreza. Meu desejo mais ardente é ser enriquecido com esse tesouro, Peço-o para mim e para os meus, a fim de que para a glória do vosso santo nome nada possuamos, nunca, sob o céu, para que devamos nossa própria subsistência à caridade dos outros e por isso mesmo sejamos muito moderados e muito sóbrios”.

O amor de Francisco pela obediência não era menos digno de admiração. Com freqüência era visto consultando os últimos de seus irmãos, embora fosse dotado de rara prudência e até mesmo do dom da profecia. Nas suas viagens costumava prometer obediência ao religioso que o acompanhava. Considerava a propensão que tinha para a obediência uma das maiores graças que Deus lhe concedera, pois com a mesma facilidade e presteza obedecia tanto um simples noviço como ao mais antigo e prudente dos frades; dizia, justificando-se, que devemos considerar não a pessoa a quem obedecemos, mas à vontade de Deus manifestada através da vontade dos superiores.

Vemos como São Francisco amava a pobreza e a obediência. E, nós, será que amamos? E, nós, será que as praticamos?

Quanto à milagrosa impressão dos estigmas de São Francisco, é comemorada no dia 17 de setembro.

Tinha particular afeição pelas cotovias. Comprazia-se em admirar na plumagem desses pássaros o matiz pardo e acinzentado que escolhera para a sua ordem, a fim de dar aos frades freqüentes ocasiões para meditarem na morte, na cinza do túmulo. Ao mostrar aos seus discípulos a cotovia que se erguia nos ares e se punha a cantar, depois de ter apanhado alguns grãozinhos no chão, dizia alegremente: “Vede, elas nos ensinam a dar graças ao Pai comum que nos proporciona alimento, a comer apenas para a sua glória, a desprezar a terra e a elevar-nos ao céu, onde devemos nos entreter.”

Certa vez, quando pregava no povoado de Alviano e não conseguia ser ouvido por causa da algazarra das andorinhas que tinham construído o ninho naquele lugar, a eles se dirigiu nestes termos: “Irmãs andorinhas, já falastes bastante, chegou agora a minha vez de falar. Escutai a palavra de Deus e ficai em silêncio enquanto eu pregar”. As avezinhas não soltaram mais um único pio, e não se mexeram do lugar em que se encontravam. São Boaventura, que narra o fato, acrescenta que, sentindo-se um estudante de Paris incomodado com o chilrear de uma andorinha, disse a seus condiscípulos: “Devem ser uma das que perturbavam o bem-aventurado Francisco no seu sermão e à qual mandou calar-te”. Depois disse à andorinha: “Em nome de Francisco, servo de Deus, ordeno-te que te cales e que te chegues a mim”. Imediatamente o pássaro se calou e pousou-lhe na mão. Surpreso, ele a deixou ir, e não foi mais importunado. Era assim que Deus se comprazia em honrar o nome do seu servo.

Um dia, quando São Francisco se preparava para tomar a refeição em companhia do irmão Leão, sentiu-se intimamente confortado ao ouvir o canto de um rouxinol. Pediu a Leão que também cantasse os louvores de Deus, alternando sua voz com a do pássaro. Como o religioso se desculpasse, alegando falta de voz, o santo pôs-se a responder ao rouxinol, e assim continuou até à noite, quando foi obrigado a interromper-se, confessando com santa inveja que o passarinha o derrotara. Fê-lo pousar na sua mão, louvou-o por ter cantado tão bem, deu-lhe de comer, e só depois de ter recebido a sua benção, e com a sua permissão, foi que o rouxinol voou.

Quando, pela primeira vez, visitou o monte Alvergue, viu-se rodeado por uma multidão de pássaros que lhe pousaram na cabeça, nos ombros, no peito e nas mãos, batendo as asas e demonstrando com o movimento de suas cabecinhas o prazer que lhes causava a chegada de seu amigo. “Vejo, disse Francisco a seu companheiro, vejo que devo permanecer aqui, pois meus irmãozinhos estão contentes.” Durante uma estada sua nessas montanhas, um falcão, aninhando nas proximidades, afeiçoou-se ao santo homem; anunciava-lhe com um grito que chegara a hora em que costumava rezar; e, se Francisco se encontrava doente, dava-lhe o aviso uma hora mais tarde a fim de poupá-lo; e quando, ao romper do dia, sua voz, como um sino inteligente, tocava as matinas, tinha o cuidado de atenuá-la e suavizar-lhe a sonoridade. Era, afirma São Boaventura, o divino presságio dos grandes favores que o santo receberia nesse mesmo lugar.

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Se isso nos surpreende é por nunca termos suficientemente meditado no mistério a que se refere São Paulo, ao dirigir-se aos cristãos de Roma: “A natureza inteira, criada para glorificar a deus, está sujeita, embora a contragosto, à vaidade do homem; sofre, e espera que os filhos de Deus a libertem. Pois a própria criação só será libertada dessa servidão corrupta por uma certa participação na glória dos filhos de Deus, na glória dos santos.” É o que ensina o Apóstolo. Não deve surpreender aos cristãos, pois, o fato de sofrerem as criaturas com a sujeição em que as mantém os pecadores, de se alegrarem à vista dos santos que lhes iniciam a libertação, lhes testemunharem à sua maneira um respeito religioso e lhes obedecerem à voz, como muitas vezes vimos fazer os leões e os ursos dos anfiteatros, que se deitavam familiarmente aos pés dos mártires, e os animais do deserto, que obedeciam à voz de Santo Antão.

Entre os animais, São Francisco amava particularmente os que podiam simbolizar a mansuetude de Jesus Cristo, ou figurar qualquer virtude. O cordeiros evocavam-lhe o dulcíssimo Cordeiro de Deus, que se deixava conduzir à morte para remir os pecados do mundo. Quando passava ao longo das pastagens, saudava amigavelmente os rebanhos, e as ovelhas aproximavam-se dele e festejavam-no à sua maneira. Mais de uma vez resgatou cordeiros a caminho do matadouro.

Ao mesmo tempo dominava a ferocidade dos lobos e fazia pactos com eles. Certo dia, quando viajava de Grécio a Cotannelo com um camponês, os lobos achegaram-se e acariciaram-no como fazem os cães. Testemunhando o prodígio, os habitantes dos arredores suplicaram a São Francisco que os livrasse dos dois grandes flagelos que os atormentavam, os lobos e o granizo. Disse-lhes São Francisco: “Pela honra e pela glória de Deus Todo-Poderoso, dou-vos minha palavra que, se crerdes em mim e tiverdes piedade de vossas almas fazendo uma boa confissão e dignos frutos de penitência, o Senhor vos considerará favoravelmente, vos livrará dessas calamidades e tornará vossa terra abundante em toda a espécie de bens. Mas também vos declaro que, se fordes ingratos, se fizerdes como o cão que retorna ao vômito, Deus ainda mais irritado ficará contra vós, e dobrará vossas dores e tribulações”. Enquanto os habitantes do vale de Grécio permanecerem fiéis a Deus, os lobos não comerão seus rebanhos, e a nuvem, pesada de saraiva e de tempestade, desviar-se-á de suas terras para desfazer-se noutro lugar.

No tempo em que São Francisco morava na cidade de Eugúbio, um lobo assolava aquela região, e cidadãos armados andavam à sua procura como se fosse um inimigo público. Não obstante as súplicas dos irmãos, São Francisco dirigiu-se, sozinho, ao encontro do lobo. Assim que avistou, ordenou-lhe, em nome de Deus, que não fizesse mais devastações, e o feroz animal, que se tornou manso como um cordeiro, foi deitar-se aos pés do santo. Este assim lhe falou: “Meu irmão lobo, tu atacas e matas as criaturas de Deus, és um assassino, e toda a região tem horror a ti. Mas quero, irmão lobo, que falcas a paz com ela. Como éa fome que te conduz ao mal, quero que me prometas não mais praticá-lo, se te alimentarem”. Em sinal de consentimento, o lobo inclinou profundamente a cabeça. “Dá-me um penhor da tua palavra”, continuou o santo homem, estendendo-lhe a mão. O lobo ergueu com naturalidade a pata dianteira e pousou-a na mão de seu amigo e senhor, e depois o acompanhou à cidade. São Francisco disse ao povo que se reunira para admirar tão grande maravilha: “Entre outras coisas, Deus permitiu esse flagelo por causa dos pecadores; mas as chamas eternas do inferno são bem mais temíveis aos condenados do que a ferocidade de um lobo, que só pode matar o corpo. Meus irmãozinhos, convertei-vos a Deus, e fazei penitência, e Deus vos livrará do lobo, no tempo, e do inferno, na eternidade. Meu irmão lobo, aqui presente, prometeu-me fazer um pacto convosco, se do vosso lado prometerdes dar-lhe todos os dias o alimento necessário.” O povo, por aclamação, comprometeu-se a fazê-lo. O lobo novamente deu mostras do seu consentimento e, durante dois anos consecutivos, veio à cidade, de casa em casa, reclamar alimento, como fazem os animais domésticos; e os habitantes ficaram muito pesarosos quando morreu, pois representava para eles um memorial da virtude e da santidade de Francisco.

Por amizade para com as abelhas, Francisco mandava levar-lhes, durante o inverno, mel ou bom vinho para alimentá-las e aquecê-las. Amava a água por ser símbolo da penitência e por ter lavado nossa alma no batismo. Também reverenciava as pedras, lembrando-se da pedra angular do Evangelho. Recomendava aos irmãos que iam cortar lenha na montanha para deixarem rebentos vigorosos em memória de Jesus Cristo que quisera morrer pela nossa salvação no lenho da Cruz. Fazia questão de que o jardineiro conservasse, no centro do jardim principal, um jardinzinho composto de flores suaves, fragrantes e belas ao olhar, a fim de que com sua beleza convidassem a todos para louvar a Deus. As flores elevavam sua alma a essa flor brotada da haste de Jessé, e cujo perfume alegre o mundo.

Essa fraternidade na piedade e na afeição, Francisco estendia-se até mesmo aos elementos. Um dia em que os médicos iam aplicar-lhe um ferro em brasa nas têmporas, primeiro o abençoou e depois lhe disse: “Meu irmão fogo, o Senhor te fez antes de todas as coisas, e te fez belo, útil e poderoso; se, pois, cauteloso hoje, e digne-se Deus suavizar-se de tal maneira que eu possa suportar-te”. O ferro foi-lhe aplicado e o santo exclamou: “Meus irmãos, louvai comigo o Altíssimo; o próprio fogo não queima, e não sinto a menor dor”.

Quando o amor transbordava no coração de Francisco, ele se punha a andar pelo campo; convidava as colheitas, as vinhas, as árvores, as flores do campo, as estrelas do céu, todos seus irmãos da natureza, a juntarem-se a ele na exaltação ao Criador, e sua ingênua e radiosa ternura, erguendo-se de grau em grau até o sol, um hino ascendia de sua alma. (…)

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Havia já dois anos que São Francisco recebera os estigmas, e sua saúde declinava dia a dia; e tendo aumentado os pregos de seus pés, não podia mais caminhar. Pedia que o levassem às cidades e às aldeias para animar os outros a carregarem a cruz de Jesus Cristo.

Numa dessas excursões, curou uma criancinha de Bagnara que, mais tarde foi São Boaventura. Francisco tinha um grande desejo de voltar às primeiras práticas de humildade, servir os leprosos, e obrigar o corpo a servir-lhe, como no início da conversão. O fervor do espírito compensava a fraqueza do corpo; mas as enfermidades de tal modo se agravaram que eram raros os lugares nos quais não sentia dores muito fortes; e, tendo as suas carnes se consumido inteiramente, só lhe restavam pele e ossos. Os frades acreditavam defrontar outro Job, tanto por causa dos sofrimentos como da paciência com que os suportava. O santo pediu-lhes que o levassem à Nossa Senhora dos Anjos, a fim de entregar a alma a Deus no mesmo lugar onde recebera o espírito da graça.

Nos seus últimos momentos, ditou uma carta dirigida a todos os superiores, sacerdotes e irmãos da ordem, recomendando-lhes respeito para com o santíssimo sacramento do altar. Chegou a ditar seu testamento, no qual recomendou particularmente o respeito para com os sacerdotes, a observação da regra e o trabalho manual.

Sentindo aproximar-se a última hora, mandou que deitassem na terra nua, tirou a túnica, a fim de tornar mais sensível o seu perfeito despojamento; depois, erguendo os olhos ao céu, cobriu com a mão esquerda a chaga do lado direito e disse a seus irmãos: “Fiz o que me cabia: Nosso Senhor vos ensinará o que deveis fazer”. Eles se desfaziam em lágrimas; e um dos religiosos, a quem denominava seu guarda, adivinhando a intenção do santo, levantou-se prontamente, apanhou uma túnica e uma corda que lhe apresentou, dizendo: “Empresto-vos este hábito como a um mendigo, aceitai-o por obediência.” O santo homem ergueu as mãos para o céu e bendisse a deus por ter sido aliviado de todos os cuidados. Em seguida mandou chamar todos os irmãos que se encontravam na casa e exortou-os a perseverarem no amor de Deus, na paciência, na pobreza, na fé da Igreja Romana; depois, estendendo sobre eles os braços colocados um sobre o outro em forma de Cruz, deu sua benção tanto aos ausentes como aos presentes. Satisfazendo-lhe a um desejo, Frei Leão e Frei Ângelo cantaram em coro o cântico do irmão sol e da irmã morte. Terminado o cântico, pediu que lhe lessem a Paixão de Nosso Senhor, segundo São João. Depois dessa leitura, começou a recitar com voz agonizante o salmo de Davi:

Com minha voz, clamei ao Senhor; com minha voz supliquei ao Senhor.

Depois de pronunciar as últimas palavras, sua boca fechou-se para sempre: Francisco não mais pertencia a este mundo. Era a noite do sábado para domingo, no dia 4 de Outubro de 1226, quadragésimo-quinto da sua vida, vigésimo da sua conversão, décimo-oitavo da instituição da sua ordem. (…)

Fotos: santiebeati.it
(Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XVII, p. 303 à 319)

Fonte: http://www.arautos.org/artigo/8851/Sao-Francisco-de-Assis–Religioso–2010-10-04–Santo-do-Dia–Padre-Rohrbacher.html

Postado em: https://carloslopesshalom.wordpress.com

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